domingo, 16 de fevereiro de 2014
O Rato na edição portuguesa do "Le Monde Diplomatique"
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
O Rato na "Time Out - Porto"
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
15 Odes Ocas já disponível!
Até o JN já deu conta que anda por aí um novo rato criado pelo mestre!
O livro encontra-se disponível nas melhores livrarias do país, listadas ali, no lado direito, ou pelo email pedemosca@gmail.com (inclui portes).
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Lançamento do livro "15 Odes Ocas", de E. M. de Melo e Castro
Lançamento do livro 15 Odes Ocas, de E. M. de Melo e Castro
26 de Outubro 2013, 16:00h
Livraria Pinto dos Santos
Rua de Santo António, 137
Guimarães
«Ernesto M. de Melo e Castro é – a sua fisionomia não o desdiz – um profeta laico, responsável por algumas das mais radicais reinvenções do que se foi, entre nós, entendendo por escrita, e um patriarca, que cultivou pelos quatro cantos do mundo vasta descendência literária e teórica (hoje, já com barbas). O concretismo, que ajudou a criar, foi a sua escola; o experimentalismo, a sua musa; a “reinvenção poética da liberdade”, a sua divisa. Este profeta, que trata por tu Camões e Pessoa, e que decidiu ser barroco para ser do seu tempo, deixou em Portugal uma bibliografia vastíssima (creio serem já mais de oitenta os livros publicados), além de happenings, performances, exposições e um sem número de outras intervenções de que se fez a sua incansável militância política e cívica, cuja amplitude e importância continuam por avaliar. Dessa torrente criativa própria dos patriarcas, pouco se fez, pouco se disse e menos se compreendeu. Extenso e multifacetado, o percurso de Melo e Castro é, como ele próprio o define, glosando Ezra Pound, feito de “pontos luminosos”, de fragmentos, contra a especialização; porque como diz ainda Pound, “aquele que se especializa deixa de ver os contornos. I punti luminosi... É preciso lutar contra a ofuscação da história”. A obra de Melo e Castro apresenta-se, assim, como uma ampla constelação de propostas que se expandem em múltiplas direcções de pesquisa e interrogação; ou, como escreve Goethe, citado por Melo e Castro: “Se queres caminhar para o Infinito anda para todos os lados do Finito”.
As 15 ODES OCAS que agora se publicam põem a nu os paradoxos e contradições do nosso tempo e das suas representações, acertando com um tiro certeiro na banalidade do presente. A crise a que Ernesto M. de Melo e Castro submete as palavras é a mesma que atravessa todo o seu trabalho, procurando preencher as expressões vazias (ocas), que bem conhecemos, com a metade de nada. O que com isto se recorda é que a invenção poética da liberdade só é realizável se assumirmos uma reinvenção livre da poesia: é essa a liberdade de ser escrita todo o acto de leitura.»
-- António Preto
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Lançamento do livro "Abismo | Abutre"
Lançamento do livro Abismo | Abutre, de van Calhou!
05 de Outubro 2013, 17:00h
Livraria Pinto dos Santos
Rua de Santo António, 137
Guimarães
«Feitas as contas, não sabemos se a linguagem é prisioneira
da lógica ou se é a lógica que anda às voltas no aquário da linguagem.
Uma espelha a outra como a doença das palavras e a doença do pensamento uma na outra se reflectem.»
António Preto, director da colecção O Rato da Europa.
domingo, 16 de junho de 2013
"Ulises", de Marta Bernardes
«(..) o texto é um estrangeiro que se desdobra dentro da
boca no intervalo entre duas línguas. Tantas palavras e
tanta ginástica, tantos malabarismos enigmáticos que só
têm paralelo nas Trovas de Bandarra, para chegar a uma
fulgurante conclusão: quanto mais se fala, menos se diz (...)»
António Preto
Ulises, de Marta Bernardes, colecção O Rato da Europa, vol. 5, Pé de Mosca, 2013.
Já disponível!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
memórias dos tempos de pastoreio.
homens com as mãos dentro dos bolsos
chocalham um punhado de moedas.
mulheres vindas do mercado
sacodem um molho de chavesao ritmo da passada.»
«Não há escapatória: o pensamento, por mais espúrio, é sempre devedor desse rasto que o vento só ilusoriamente apaga. É, por isso, a cavalo de duas geografias – a da poeira dos caminhos e a da memória – que, entre textos e imagens, segue a viagem de André Sousa.»
António Preto, director da colecção.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O lançamento do "Resgate" aconteceu...
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Resgate, de Isabel Carvalho
Apresentação do livro Resgate, de Isabel Carvalho
Com a presença de António Preto, director da colecção O Rato da Europa
Edição Pé de Mosca
Dia 21 de Julho 2012, 18:00h
Livros & Companhias (antiga Livraria Pinto dos Santos)
Rua de Santo António, 137
Guimarães
“Como pode ser a Europa resgatada?”, perguntei-me.
Delirar outra Europa como processo – ritual de passagem – para afirmar um desejo de resgate individual, mas inevitavelmente integrado nas comunidades a que cada um pertence: da comunidade a dois à comunidade dos “membros” europeus que formam o “corpo” da Europa. A quantas comunidades pertencemos em simultâneo? À dos que vivem e que morrem, dos que produzem e que consomem, dos que se reproduzem, dos que crêem e dos incrédulos, dos que se embriagam e dos que são abstémios, etc.
Este livro situa o delírio no espaço doméstico – no centro da batalha entre o encerramento e a abertura entre o mofado e o arejado, entre o isolamento e a comunhão – que nos objectos dispostos encontra referências para se expandir.
A narrativa concretiza o delírio transformando-o em memória.
A narrativa parte da decoração e não é ela (decoração) enquanto arranjo, composição, disposição de objectos e do que eles significam também insistência em fazer memória e, através dela, construir identidade?
segunda-feira, 19 de março de 2012
Ratos em casa
O Ópera Europa custa 10 € + portes de envio.
Ainda temos alguns Boomerang, do Pedro Eiras, a 8 € + portes de envio.
O lançamento foi assim...
segunda-feira, 12 de março de 2012
Ópera Europa de Regina Guimarães

SOBRE ÓPERA EUROPA
Porque a ideia de Europa, como a forma operática, tem esse en-canto do qual facilmente se desconfia.
Porque era impossível fixar numa matéria uniforme todas as vozes que, só na minha pouca pessoa, discorrem sobre esse assunto.
Porque eis-nos fingidamente banzados perante o cinismo dos mestres da tecnocracia e da finança que, até há escassos meses, nos vendiam, por todos os media ao seu alcance, um conceito de Europa bem sucedida, rotulada como excepção, infamemente cunhada em reversos de moeda e dotada de tradições ad hoc.
E devemos estar muito gratos aos gregos por terem, à custa de penosas privações e protestos duramente reprimidos, posto os dedos nas muitas feridas cujo sangue só parecia correr às golfadas nos novos campos de extermínio dos clandestinos e dos nómadas.
Europa publi-cidade enganosa? Europa obra desenganada? Ópera bufa.
2º volume d'O Rato da Europa

O Rato da Europa apresenta-se como uma colecção de textos inéditos que pretendem desenvolver, através dos mais variados géneros e feitios, uma reflexão alargada sobre o lugar de Portugal na Europa e a relação de Portugal com essa dita Europa. Se o primeiro problema que se coloca é o de tentar perceber se as duas coisas são ou não a mesma coisa, se este confronto é ou não uma antinomia, outras questões, que daqui decorrem, passarão forçosamente pela aferição das taxas de câmbio entre representações, pela afinação da balança comercial das identidades, pela identificação do que continua a ser contrabando, pela revisão das fronteiras de um horizonte europeu que se define por aquilo que propõe ou que se funda naquilo que interdita. É, pois, urgente saber se chamamos Europa a um acordo de boa vizinhança, que nos permite ir a Bruxelas pedir um raminho de salsa para a tortilha, se a Europa é um diálogo, uma abertura, uma construção colectiva, se é a Europa um projecto político comunitário ou um conjunto de normas sanitárias e de directrizes para a calibragem de maçãs, se a Europa das cruzadas é, hoje, pátria de cavaleiros que se batem pela democracia ou terra de vilões dispostos a tudo pilhar em nome da mesma democracia, se o velho continente se transformou ou não num shopping vigiado, onde os cidadãos se confundem com os consumidores, ou se Europa é, afinal, o nome do arame farpado que estendemos ao longo do Mediterrâneo.
Isto escrevi há pouco mais de dois anos quando lançámos Boomerang, de Pedro Eiras, livro que abriu O Rato da Europa e – assim acreditávamos – seria em breve sucedido por outros que completariam a colecção, multiplicando pontos de vista sobre os mesmos assuntos. Enganámo-nos: o parto da Ópera Europa foi sangrento e demorado. A Europa que aí se opera sofreu profundas transformações desde o momento em que a Regina Guimarães começou a tratar da sua concepção até ao dito parto, a ponto da Europa onde essa outra Europa se pariu ser hoje uma ideia em crise. Esgotou-se a salsa, zangaram-se as comadres e acabaram-se as verdades. Não é que seja preciso ir tão longe para vender um projecto editorial, mas certo é que O Rato da Europa recobrou “actualidade” – o que vale hoje mais do que uma novena –, tanto que a Capital Europeia da Cultura resolveu (e bem, como lhe compete) apoiar a sua impressão.
António Preto
Doutorado em Estudos Cinematográficos.
Professor universitário.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O Rato está de volta! Leituras no Porto, Sábado, 26 de Fevereiro
Será lida uma selecção de textos de Boomerang e, em primeira mão, de Ópera Europa, o novo volume. As leituras estarão a cargo de Miguel Lemos, Cristóvão Carvalheiro e da própria Regina Guimarães.
Às 17h, procurem o Rato pelo Palácio das Artes!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
O Rato da Europa no Diário Câmara Clara
No dia 5 de Abril, o Diário Câmara Clara transmitiu a reportagem que foi feita sobre a colecção, com entrevista ao António Preto e ao Pedro Eiras.
Aqui está ela.





















